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Secretariado Diocesano das Comunicações Sociais vai visitar os arciprestados

Iniciativa arranca no mês de outubro, pelo arciprestado de Coimbra Urbana

O Secretariado Diocesano das Comunicações Sociais vai iniciar a “Odisseia da Comunicação”, uma viagem pelos nove arciprestados da diocese para “combater o isolamento e responder ao desafio da proximidade na comunicação”. 

“A Diocese de Coimbra está atualmente dividida em nove arciprestados e cerca de 40 unidades pastorais, mas o diagnóstico feito revela que ninguém sabe o que a unidade pastoral ao lado está a fazer, como comunica, se tem um site ou uma rede social”, revela nota enviada ao Correio de Coimbra.

“Para combater este isolamento e responder ao desafio de proximidade”, deixado no encontro do 60º dia mundial das Comunicações Sociais, no passado dia 17 de maio, o secretariado diocesano prepara-se para iniciar uma viagem por todos os arciprestados da diocese e envolver ainda os secretariados diocesanos e movimentos.

“Os objetivos desta iniciativa, que conta com o entusiasmo do bispo diocesano e já foi apresentada aos arciprestes, são de escutar as comunidades e perceber as suas reais necessidades no terreno; dar a conhecer o Secretariado e esclarecer o seu verdadeiro propósito e unir e aconselhar, quebrando o desconhecimento sobre a pastoral da comunicação”, acrescenta.

A estrutura diocesana assume que “o Secretariado não é para dar notícias mas serve para aconselhar, estar presente e ajudar a comunicar, criando rede”, por isso estes encontro são abertos a todos os que já estão integrados em equipas de comunicação mas também para todos os que se possam interessar na área, sejam de qualquer serviço pastoral.

Esta “Odisseia” vai acontecer a partir do mês de outubro, com o “arciprestado de Coimbra Urbana o primeiro a acolher o encontro”, seguindo-se depois os outros, em datas e locais a designar.

A iniciativa integra-se na aplicação do plano pastoral “No Espírito de Cristo está toda a nossa vida”, olhando a questão “Que caminho devemos seguir e que ações concretas precisamos de ter para que a experiência de Deus transfigure a nossa vida?” e apostando em “cuidar as linguagens para que aproximem as pessoas”.

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