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Semana da Vida exige «novo rumo» e compaixão na sociedade

Iniciativa acontece até dia 17 de maio

Foto: DR

A Igreja Católica promove até dia 17 de maio a Semana da Vida 2026, associando a defesa da dignidade humana à construção ativa da paz.

“Neste tempo em que a vida é tão desvalorizada e tão pouco respeitada, diremos que a Semana da Vida surge como um grito a todas a situações que vão acontecendo à nossa volta em todas as fases da vida”, refere a mensagem de apresentação da iniciativa, assinada pelo padre Francisco Ruivo, assistente do Departamento Nacional da Pastoral Familiar (DNPF).

O responsável elenca situações como “o aborto, as guerras que se encontram disseminadas por toda a parte, a violência doméstica, a falta de amor para com as crianças, a violência nas escolas, o abandono dos idosos”, destacando que “são verdadeiramente pecados contra a vida”.

A iniciativa anual apresenta o tema central ‘Bem-aventurados os que Protegem a Vida’, exigindo um “novo rumo” na sociedade.

“É preciso construir em vez de destruir, é preciso unir em vez de dividir, é preciso aprender a compaixão, é urgente aprender a arte de amar”, indica o sacerdote.

A reflexão proposta aos cidadãos sublinha a necessidade de cuidar, acolher, defender e acompanhar o próximo, estabelecendo o amor como alicerce indispensável da fraternidade autêntica.

“Só no amor se acolhe cada vida como um dom, e não como um bem a ser manipulado”, pode ler-se.

A vida é um bem inviolável. Só no amor é possível a paz. Cada gesto, cada palavra, cada olhar, é rosto de paz. Um coração pacificado é lugar de paz, é fonte de vida, vida feita dom, por isso vida feita de serviço ao próximo.”

Os materiais disponibilizados na página oficial da iniciativa englobam o testemunho de Francisco Maymone Martins, Prémio Vida 2026, e um documento do padre João Basto sobre as exigências do percurso existencial.

A organização desafia as comunidades a descarregar as propostas de oração e vigília, incentivando práticas diárias de pacificação através de atitudes simples e de respeito mútuo.

(Com Agência Ecclesia)

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