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A alegria pascal não pode ficar contida nas igrejas – Testemunho

O primeiro momento da celebração pascal começou fora das igrejas. Normalmente no adro, foi aceso o lume novo, que permitiu que a luz brilhasse no círio pascal, símbolo da vitória […]

Foto: Correio de Coimbra

O primeiro momento da celebração pascal começou fora das igrejas. Normalmente no adro, foi aceso o lume novo, que permitiu que a luz brilhasse no círio pascal, símbolo da vitória sobre as trevas, e também da passagem da vida velha para a vida nova. A festa e a alegria, que a liturgia da Vigília Pascal proporcionou, exprimiu-se em gestos, ritos, palavras, cânticos, e atitudes, que não poderão encerrar-se no limitado tempo de cerca de duas horas, na noite de sábado santo. Por isso, no domingo de Páscoa, alguns membros repetiram, e a comunidade viveu o dinamismo da fé no Ressuscitado, tal como já no início do cristianismo referiam os cristãos da Abitínia: não podemos passar sem o Domingo!

Também neste dia, que fez o Senhor, para além da vivência eucarística, a Unidade Pastoral Nascentes da Vida foi desafiada a acolher, e a levar a notícia, da Ressurreição de Cristo, através da Cruz florida. Na tarde de domingo de Páscoa, foi possível organizar a visita pascal, nas famílias de vários lugares da paróquia do Coentral. Mas já no próximo sábado, em Bairradas, após a Eucaristia, haverá um tempo de acolhimento da santa Cruz, para louvar Cristo, que deu a vida por nós, e está vivo e ressuscitado! Ainda em Figueiró dos Vinhos, domingo de pascoela, no Carapinhal, pelas 16h00, far-se-á a visita pascal. Em Castanheira de Pera e Gestosa Fundeira, no final da Eucaristia, far-se-á também a veneração da santa Cruz. Também em Vila Facaia, depois da Eucaristia, terá um momento de saudação da Cruz. Na paróquia de Campelo, após a Eucaristia, à tarde, haverá passagem pelas capelas da freguesia. Ao longo das próximas semanas, outras comunidades vão ter oportunidade semelhante, porque Ele está vivo, mesmo se há dois mil anos, Ele morreu por nós!

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