“Também as Grávidas e os Filhos nascidos nesse período foram abençoados especificamente. A família é o centro de qualquer sociedade e aos católicos cabe a alegria de a fazer florescer segundo os desígnios de Deus. Que daí possam surgir novas vocações, sejam elas de sacerdotes, sejam de vida consagrada ou matrimonial. E que das nossas famílias possa sempre emanar solidariedade e abertura a todas as demais, iguais ou diferentes das nossas”, refere nota enviada ao Correio de Coimbra.
“A Sagrada Família de Nazaré ensina-nos, ainda hoje, que existem dificuldades variadas, mas a união da família ajuda a que se consigam superar, muito particularmente se nos confiarmos inteiramente a Deus”, acrescenta.
Ainda neste dia houve a graça de testemunhar uma nova filha de Deus, que naquele dia recebeu o santo Baptismo pelas mãos do Pe. Custódio Hanga, que presidiu à celebração e que, então, pediu: “Que a Sagrada Família interceda pelas nossas famílias e que nós possamos olhar para cada uma delas como uma escola da comunhão com Deus, sendo Deus união, concórdia e mansidão.”
Que possamos continuar esperançosos, para lá do ano jubilar, sempre sob o modelo maior da adorável Sagrada Família.



